Eu corro o risco de parecer óbvia o tempo todo. E morro se for óbvia, alguém já morreu disso?
Mas aquela fúria é ao mesmo tempo arrebatadora e sutil.
Deixa que eu te explique, meu bem. Não é que eu queira apagar tudo que veio em sua vida antes de mim, até porque eu não faria o mesmo, mas eu sei que quero alguma coisa.
O que é que eu sinto? Você sabe me dizer?
Aquele mesmo som, eu fico ouvindo as mesmas notas. Não sou mais aquela menina - aquela que se pensava mulher - então não era pra ser indiferente a sua presença?
Era, era sim. Mas logo me pego querendo que você não diga o nome de mais ninguém. Que não deixe que te seqüestrem na intimidade do toque.
Não, não vá... Diz o meu nome, fala pra mim, me conta um segredo. Olha pra cá e fica.
Sabe aquele sentimento estranho? Então, aquele.
E eu fico pensando "O que é que eu sinto?". Será que você saberia me dizer?
Mas aquela fúria é ao mesmo tempo arrebatadora e sutil.
Deixa que eu te explique, meu bem. Não é que eu queira apagar tudo que veio em sua vida antes de mim, até porque eu não faria o mesmo, mas eu sei que quero alguma coisa.
O que é que eu sinto? Você sabe me dizer?
Aquele mesmo som, eu fico ouvindo as mesmas notas. Não sou mais aquela menina - aquela que se pensava mulher - então não era pra ser indiferente a sua presença?
Era, era sim. Mas logo me pego querendo que você não diga o nome de mais ninguém. Que não deixe que te seqüestrem na intimidade do toque.
Não, não vá... Diz o meu nome, fala pra mim, me conta um segredo. Olha pra cá e fica.
Sabe aquele sentimento estranho? Então, aquele.
E eu fico pensando "O que é que eu sinto?". Será que você saberia me dizer?

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