Mas veja bem, o que me dói não é que tenhas dito "já", e ainda não.
E veja, meu bem, que o que me dói não é que tenhas dito "um dia", e era agora.
E não é também que tenhas dito "fico", quando ia.
Dói em mim que tenhas dito "nunca".
Nunca, ao que há de mais verdadeiro em mim.
Amar, não amar...
Já, um dia, fico. Não, agora vou.
Então vai.
E veja, meu bem, que o que me dói não é que tenhas dito "um dia", e era agora.
E não é também que tenhas dito "fico", quando ia.
Dói em mim que tenhas dito "nunca".
Nunca, ao que há de mais verdadeiro em mim.
Amar, não amar...
Já, um dia, fico. Não, agora vou.
Então vai.

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