Algumas vezes eu só queria ser menos intensa. Mas sempre quero isso depois.
E na hora de sentir? E no calor do momento?
Eu falo, penso, vivo. Não me preocupo com medidas, com arrependimentos. Arranco do peito e só. No mais tardar, o que vem depois.
E nesse mais tarde...
É tudo sempre muito lógico, o mal é sempre óbvio em retrospecto. Difícil é saber lá, com o sangue fervendo.
Se sou algo, uma coisa só, sou antes de tudo, prolixa. Não sei sentir pela metade, não me estender no assunto.
E furiosa, arranco do peito e só.
Sou forte, eu sei, não sou pequena. E de muitas de mim nem queira saber. A cabeça erguida, quero ser uma fortaleza... Até as quatro da manhã.
No silêncio da madrugrada não há mais o escutar que não a si mesmo, e eu me ouço questionando cada palavra dita. Talvez se eu tivesse feito diferente...
Mas não dá, não dava, nunca deu. Fico perdida em sensações, desejos súbitos, memórias, emoções. Aí arranco do peito e só.
Mas eu bem que quis, hoje bem que quis que alguém chegasse para me salvar. Alguém que não me deixasse perdida em labirintos, que me resgatasse desse oceano de sentir. E que baixinho, em meu ouvido dissesse: "Conte até mil que eu seguro a sua mão".
O querer me aperta, dói. E me pego pensando, sempre quero depois. Na urgência da hora ninguém aparece e eu queria ser menos intensa.
O jeito é arrancar do peito. E só.
E na hora de sentir? E no calor do momento?
Eu falo, penso, vivo. Não me preocupo com medidas, com arrependimentos. Arranco do peito e só. No mais tardar, o que vem depois.
E nesse mais tarde...
É tudo sempre muito lógico, o mal é sempre óbvio em retrospecto. Difícil é saber lá, com o sangue fervendo.
Se sou algo, uma coisa só, sou antes de tudo, prolixa. Não sei sentir pela metade, não me estender no assunto.
E furiosa, arranco do peito e só.
Sou forte, eu sei, não sou pequena. E de muitas de mim nem queira saber. A cabeça erguida, quero ser uma fortaleza... Até as quatro da manhã.
No silêncio da madrugrada não há mais o escutar que não a si mesmo, e eu me ouço questionando cada palavra dita. Talvez se eu tivesse feito diferente...
Mas não dá, não dava, nunca deu. Fico perdida em sensações, desejos súbitos, memórias, emoções. Aí arranco do peito e só.
Mas eu bem que quis, hoje bem que quis que alguém chegasse para me salvar. Alguém que não me deixasse perdida em labirintos, que me resgatasse desse oceano de sentir. E que baixinho, em meu ouvido dissesse: "Conte até mil que eu seguro a sua mão".
O querer me aperta, dói. E me pego pensando, sempre quero depois. Na urgência da hora ninguém aparece e eu queria ser menos intensa.
O jeito é arrancar do peito. E só.

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