Cresça, menino, cresça.
As tuas palavras...
Eu digo para que não saibas.
E ainda assim diz saber, mas só diz.
Cresça, menino, cresça.
As tuas dores...
Teus rasos-profundos amores,
Não quero jogar sozinha, mas até aqui foi só o que fiz.
Cresça, menino, cresça e apareça.
As tuas dores-palavras...
As tuas palavras-dores...
São desenhos no chão, em cores.
Quase-poemas escritos em giz.
domingo, 29 de agosto de 2010
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